Começou em Estrela, cobrando quem mexe no seu dinheiro. Agora vai do Vale do Taquari ao Rio Grande, e do Rio Grande ao Brasil.
O dinheiro público tem dono: você.
Princípio nº 1Vereador deve defender o povo, não sugar o povo.Marcos Kayser
Quando a Câmara aprovou uma bonificação natalina para vereadores, prefeito e secretários, ele foi às ruas e às redes chamar o que era: absolutamente imoral
Convocou os moradores a ocupar a sessão e pressionar pela rejeição. Dinheiro público não é prêmio de fim de ano, é serviço para a cidade.
É essa forma de cuidar do dinheiro público que ele quer levar de Estrela para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
Obra pública não tem dono único.
Quando a água baixou, ficou claro quem ajudou de verdade: famílias, voluntários, comerciantes e fornecedores que doaram material e tempo para erguer o que havia caído.
Quem constrói pontes de verdade divide o crédito e cobra resultado, em vez de transformar tragédia em palanque.
Reconhecer quem fez é o começo. Cobrar de quem deveria ter feito é a outra metade do trabalho.
Tem quem se apresente como deputado “da região” e use como argumento central que a emenda não vem porque falta deputado do lugar. Esse é o retrato exato do pensamento que travou o Rio Grande do Sul nas últimas décadas.
Se cada deputado trabalha só para a sua região, olhando para dentro do próprio quintal, o estado nunca cresce como um todo. É a lógica do balcão, do rateio, do cada um por si. E é ela que produziu o RS que temos hoje.
Deputado estadual é eleito para representar o Rio Grande inteiro e pensar o estado. O papel é legislar, fiscalizar e propor política pública ampla. Não é ser entregador de emenda.
Emendas, na prática, são um dos piores mecanismos do sistema político brasileiro. Distorcem o orçamento, engessam o Executivo e alimentam o toma-lá-dá-cá que corrói a política.
Já que existem, o mínimo que se pode exigir é que sejam distribuídas por critério objetivo, edital público e projeto de mérito, com transparência e fiscalização da execução. Nunca como moeda de barganha política.
É isso que o NOVO defende e pratica. E, infelizmente, ainda é exceção na política.
O Vale não precisa de mais um deputado balcão.
Precisa de gente que pense grande, que enxergue o RS inteiro e que trabalhe pelo desenvolvimento estruturante da região dentro de um projeto de estado. Não de governo, não de mandato.
Articulação com quem disputa o governo e o Senado: o interior só ganha voz quando entra no jogo do estado inteiro.
Encontro de articulação · candidatos do NOVO e do PL ao governo e ao SenadoCritérios públicos e claros. Qualquer município pode se inscrever, sem fila de apadrinhados.
Seleção transparente, sem indicação política, sem troca de favor e sem compromisso de bastidor.
Resultado acompanhado e publicado. Cada real aplicado fica auditável pelo cidadão.
O critério é o interesse público, não o tamanho do palanque nem o brilho do holofote.
Cada real público tem dono: você. Gasto controlado, conta no azul e prioridade no essencial.
Ficha-limpa e transparência inegociáveis, sem caixa-preta.
Espaço para quem entrega resultado.
Gastos do mandato publicados de forma simples.
Renúncia a benefícios desnecessários. Recurso de gabinete vira serviço para a população.
Fim das mordomias e supersalários. O Estado serve o cidadão, não a casta política.
Combate a supersalários, penduricalhos e benefícios fora da realidade do cidadão.
Menos máquina, menos imposto, mais serviço de qualidade onde o cidadão precisa.
Dados públicos abertos e auditáveis para fiscalizar cada centavo do orçamento.
Menos burocracia para quem gera emprego e renda no interior gaúcho.
Instituições fortes e tratamento isonômico. A lei vale para todos.
Voz para o Vale do Taquari e as cidades que sustentam o estado.
30100. Marcos Kayser, deputado estadual, NOVO. Registro deferido pela Justiça Eleitoral, sem pendência.
Porque fiscalizar dinheiro público não é discurso de campanha pra ele, é hábito desde antes de virar candidato. Trajetória, princípios e propostas estão todos nesta página.
Gente comum, por financiamento coletivo com prestação de contas. Sem verba de bastidor, sem dono. Quem paga a conta define o dono, e o dono deste projeto é o cidadão.
Sou contra emenda como moeda de troca. Enquanto o instrumento existir, o compromisso é distribuir por edital público, critério técnico e execução auditável, como os mandatos do NOVO já fazem.
O mandato de deputado estadual é do Rio Grande inteiro. A região fica mais forte dentro de um projeto de estado, não de um balcão regional. É por isso que a resposta é: pelo Vale também, nunca só pelo Vale.
Uma campanha de gente comum se sustenta com gente comum. Você contribui de forma transparente para levar boa gestão e o fim dos privilégios à Assembleia.
Doação por financiamento coletivo, conforme a legislação eleitoral, com prestação de contas.
Cadastre-se para acompanhar o projeto, receber as propostas e contribuir como voluntário. Juntos, levamos mais longe uma gestão eficiente.