Candidato a Deputado Estadual · RS
Seu voto é30100
Sem Fundo Eleitoral

A mudança começa onde ninguém olha.

Começou em Estrela, cobrando quem mexe no seu dinheiro. Agora vai do Vale do Taquari ao Rio Grande, e do Rio Grande ao Brasil.

O dinheiro público tem dono: você.

Princípio nº 1
Trajetória

Começou cuidando da própria cidade

Vereador deve defender o povo, não sugar o povo.
Marcos Kayser
sobre a bonificação natalina de vereadores, prefeito e secretários em Estrela

Quando a Câmara aprovou uma bonificação natalina para vereadores, prefeito e secretários, ele foi às ruas e às redes chamar o que era: absolutamente imoral

Convocou os moradores a ocupar a sessão e pressionar pela rejeição. Dinheiro público não é prêmio de fim de ano, é serviço para a cidade.

É essa forma de cuidar do dinheiro público que ele quer levar de Estrela para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Marcos Kayser, candidato a deputado estadual pelo NOVO
Reconstrução

Ninguém reconstrói sozinho

Obra pública não tem dono único.

Quando a água baixou, ficou claro quem ajudou de verdade: famílias, voluntários, comerciantes e fornecedores que doaram material e tempo para erguer o que havia caído.

Quem constrói pontes de verdade divide o crédito e cobra resultado, em vez de transformar tragédia em palanque.

Reconhecer quem fez é o começo. Cobrar de quem deveria ter feito é a outra metade do trabalho.

Contraponto

Deputado não é entregador de emenda

Tem quem se apresente como deputado “da região” e use como argumento central que a emenda não vem porque falta deputado do lugar. Esse é o retrato exato do pensamento que travou o Rio Grande do Sul nas últimas décadas.

Se cada deputado trabalha só para a sua região, olhando para dentro do próprio quintal, o estado nunca cresce como um todo. É a lógica do balcão, do rateio, do cada um por si. E é ela que produziu o RS que temos hoje.

Deputado estadual é eleito para representar o Rio Grande inteiro e pensar o estado. O papel é legislar, fiscalizar e propor política pública ampla. Não é ser entregador de emenda.

Emendas, na prática, são um dos piores mecanismos do sistema político brasileiro. Distorcem o orçamento, engessam o Executivo e alimentam o toma-lá-dá-cá que corrói a política.

Já que existem, o mínimo que se pode exigir é que sejam distribuídas por critério objetivo, edital público e projeto de mérito, com transparência e fiscalização da execução. Nunca como moeda de barganha política.

É isso que o NOVO defende e pratica. E, infelizmente, ainda é exceção na política.

O Vale não precisa de mais um deputado balcão.

Precisa de gente que pense grande, que enxergue o RS inteiro e que trabalhe pelo desenvolvimento estruturante da região dentro de um projeto de estado. Não de governo, não de mandato.

Marcos Kayser ao lado dos candidatos do NOVO e do PL ao governo e ao Senado
Projeto de estado

Pensar grande exige aliados que pensam grande

Articulação com quem disputa o governo e o Senado: o interior só ganha voz quando entra no jogo do estado inteiro.

Encontro de articulação · candidatos do NOVO e do PL ao governo e ao Senado
Liberdade·Trabalho·Família·Mérito·Responsabilidade O que não se negocia, não entra em pauta
Como o NOVO trabalha

Emenda por edital, sem acordo político

O jeito velho

Balcão

  • Emenda como moeda de troca por apoio
  • Município apadrinhado fura a fila
  • Critério decidido no bastidor
  • Prestação de contas, só se cobrar
O jeito NOVO

Edital

  • Critérios públicos antes da escolha
  • Todo município concorre em igualdade
  • Mérito técnico decide, não padrinho
  • Execução publicada e auditável
Etapa 01

Edital aberto

Critérios públicos e claros. Qualquer município pode se inscrever, sem fila de apadrinhados.

Etapa 02

Escolha por mérito

Seleção transparente, sem indicação política, sem troca de favor e sem compromisso de bastidor.

Etapa 03

Contas à vista

Resultado acompanhado e publicado. Cada real aplicado fica auditável pelo cidadão.

O critério é o interesse público, não o tamanho do palanque nem o brilho do holofote.

Compromissos

O que vale, primeiro, para si mesmo

Fiscal

Responsabilidade fiscal

Cada real público tem dono: você. Gasto controlado, conta no azul e prioridade no essencial.

Conduta

Integridade

Ficha-limpa e transparência inegociáveis, sem caixa-preta.

Gestão

Mérito

Espaço para quem entrega resultado.

Selo

Conta aberta

Gastos do mandato publicados de forma simples.

Selo

Sem mordomia

Renúncia a benefícios desnecessários. Recurso de gabinete vira serviço para a população.

Selo

Menos privilégio

Fim das mordomias e supersalários. O Estado serve o cidadão, não a casta política.

Bandeiras

Por onde o trabalho avança

Gasto público

Fim de privilégios

Combate a supersalários, penduricalhos e benefícios fora da realidade do cidadão.

Gestão

Estado enxuto e eficiente

Menos máquina, menos imposto, mais serviço de qualidade onde o cidadão precisa.

Fiscalização

Transparência radical

Dados públicos abertos e auditáveis para fiscalizar cada centavo do orçamento.

Economia

Ambiente para empreender

Menos burocracia para quem gera emprego e renda no interior gaúcho.

Ordem

Segurança e respeito à lei

Instituições fortes e tratamento isonômico. A lei vale para todos.

Região

Interior valorizado

Voz para o Vale do Taquari e as cidades que sustentam o estado.

Perguntas diretas

Sem rodeio, sem assessorês

01

Qual é o número dele?

30100. Marcos Kayser, deputado estadual, NOVO. Registro deferido pela Justiça Eleitoral, sem pendência.

02

Por que votar 30100?

Porque fiscalizar dinheiro público não é discurso de campanha pra ele, é hábito desde antes de virar candidato. Trajetória, princípios e propostas estão todos nesta página.

03

Quem financia a campanha?

Gente comum, por financiamento coletivo com prestação de contas. Sem verba de bastidor, sem dono. Quem paga a conta define o dono, e o dono deste projeto é o cidadão.

04

Você é contra emendas?

Sou contra emenda como moeda de troca. Enquanto o instrumento existir, o compromisso é distribuir por edital público, critério técnico e execução auditável, como os mandatos do NOVO já fazem.

05

Vai trabalhar só pelo Vale do Taquari?

O mandato de deputado estadual é do Rio Grande inteiro. A região fica mais forte dentro de um projeto de estado, não de um balcão regional. É por isso que a resposta é: pelo Vale também, nunca só pelo Vale.

Financiamento coletivo

Quem paga a conta define o dono

Uma campanha de gente comum se sustenta com gente comum. Você contribui de forma transparente para levar boa gestão e o fim dos privilégios à Assembleia.

  • 1. Você contribui pela plataforma autorizada
  • 2. Recibo emitido e valor registrado
  • 3. Tudo prestado à Justiça Eleitoral

Doação por financiamento coletivo, conforme a legislação eleitoral, com prestação de contas.

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